Um problema que envolve um planeta, 21 de junho, dia do lixo no lixo.
Com o intuito de conscientizar mais ainda a população em relação a questão ambiental, esse dia foi escolhido para lembrar a todos o que devemos lembrar todos os dias. Não se esquecer de colaborar com a sustentabilidade do planeta.
Mesmo com tantas maneiras de reciclar o lixo ainda é possível visualizar a não preocupação da população com a reciclagem, pior que isso é o descaso de quem joga lixo nas ruas.
A conscientização tem que partir do berço, se desde cedo a criança aprender que é importante jogar o lixo no lixo ou que também pode se reciclar, com certeza ela ira repassar aos seus amigos e familiares a importância da educação ambiental, a mais precária que existe entre as pessoas.
Quem foi que nunca presenciou algum cidadão ou até mesmo cometeu o ato de jogar latinha de refrigerante, embalagem de bala, papel, etc. nas calçadas ou do carro no meio das ruas? Um hábito que já chegou até a se tornar comum, como tomar banho ou escovar os dentes.
O problema é que o conceito de jogar lixo no lixo ainda é um assunto complexo entre as pessoas, tem gente que pensa que está correto quando joga lixo em um local onde já tem certa quantidade de lixo, mas na verdade o certo é jogar o lixo no cesto de lixo para que seja recolhido pelas pessoas competentes e tomem seu destino, muitas vezes sendo até reciclável. Mas o que nós meros mortais temos que perceber e entender é que da maneira que jogamos o lixo ele poderá retornar para nós de alguma forma, a natureza responde aos nossos atos.
Para termos um futuro melhor devemos ter um presente responsável. Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção. Como? Reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva. Veja como é mesmo possível reciclar:
PAPEL – Recicláveis: cadernos, papéis de escritório em geral, jornais, revistas, papéis de embrulho em geral, papel de seda, higiênicos, papel toalha, guardanapos, lenços de papel, caixas de papelão e cartolinas em geral, papel kraft, papel heliográfico, papel filtrante e papel de desenho.
Não-recicláveis: papel vegetal, papel celofane, papéis encerados ou impregnados com substâncias impermeáveis, papel-carbono, papéis sanitários usados, papéis sujos, engordurados ou contaminados com alguma substância nociva à saúde, papéis revestidos com algum tipo de parafina ou silicone, fotografias, fitas adesivas e etiquetas adesivas.
PLÁSTICOS – Recicláveis: todos os tipos de embalagens de xampus, detergentes, refrigerantes e outros produtos domésticos, tampas plásticas de recipientes de outros materiais, embalagens de plástico de ovos, frutas e legumes, utensílios plásticos usados, como canetas esferográficas, escovas de dente, baldes, artigos de cozinha, etc., plásticos (tecnicamente conhecidos como termo fixos, usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos) e isopor.
Não-recicláveis: plásticos tipo celofane, embalagens plásticas metalizadas, por exemplo, de alguns salgadinhos;
VIDROS – Recicláveis: garrafas de bebida alcoólica e não-alcoólica, frascos em geral (molhos, condimentos, remédios, perfumes, produtos de limpeza), potes de produtos alimentícios, cacos de qualquer desses produtos.
Não-recicláveis: espelhos, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, tubos de televisão e válvulas, ampolas de medicamentos, cristal, vidros temperados planos ou de utensílios domésticos.
METAIS – Praticamente todos os metais no lixo domiciliar são recicláveis. Você, porém, encontrará mais facilidade em comercializar os resíduos de alumínio (como as latinhas de refrigerante) do que as embalagens de aço.
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