Em meio a comemoração do dia do meio ambiente nos deparamos com o nosso presente, presente desastroso (queimadas, desmatamentos, mancha de petróleo no golfo do México, lixo e mais lixo no nosso ambiente) onde iremos parar se continuar assim? ;s
BP diz que custo para conter vazamento supera US$ 1,6 bilhão
A companhia petrolífera britânica British Petroleum (BP) informou hoje que o custo de limpeza e contenção do vazamento de petróleo no golfo do México já superou US$ 1,6 bilhão.
Em comunicado enviado hoje à Bolsa de Valores de Londres, a companhia indicou que este montante inclui ajudas aos Estados do golfo, assim como indenizações aos afetados.
Segundo a BP, as últimas tentativas para controlar a situação no golfo resultaram na recuperação 16,6 mil barris de petróleo em seus três primeiros dias de operação.
No sábado passado, foram recuperados em 24 horas 10,5 mil barris de petróleo, mas a BP espera que o ritmo destes trabalhos possa se acelerar nos próximos dias, acrescentou a nota.
O vazamento de óleo no golfo do México, já considerado o maior da história dos EUA, teve início no final do mês de abril, quando uma plataforma operada pela BP explodiu.
Praias podem desaparecer
Pesquisadores que estudam a faixa de areia na orla fazem um alerta: se nada for feito, em menos de cem anos muitas praias cariocas podem desaparecer.
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A erosão pode ser um fenômeno natural ou causado por intervenção do homem. O aterro em Copacabana, por exemplo, alterou a forma da praia. Em Ipanema, as dragagens do Canal do Jardim de Alah é que provocam a diminuição da areia e ajudam a concentrar as ondas fortes no canto da Praia do Leblon.
Uma onda de dois a três metros de altura movimenta sedimentos a até dez metros de profundidade. Com o nível do mar elevado, nem sempre a areia removida da praia é devolvida. Estudos da Organização das Nações Unidas (ONU) estimam que, em um século, o nível do mar possa subir até três metros.
No Brasil, os estudos apontam que o nível do mar deva subir entre 1 metro e 1,5 metro. Em regiões como o Rio de Janeiro, isso significaria um avanço de até 500 metros, o que representaria o fim de todo calçadão da orla.
O oceanógrafo Marcelo Sperle, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mede a topografia e o perfil das praias do rio há dez anos, para checar os níveis de erosão. As medições geram mapas detalhados dos locais mais críticos e podem apontar soluções para diminuir os impactos.
“Para uma praia que tem déficit de sedimentos, você tem que buscar em alto-mar, por exemplo, onde existam sedimentos daquele mesmo tipo, para repor na praia e manter o equilíbrio. Em outras situações, é possível fazer obras, como quebra-mares, molhes. Mas tem que ser um estudo muito bem feito para que não se resolva um problema e se crie outro”, explicou Sperle.
A Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) a Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla) e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente informaram que também acompanham o problema na faixa de areia em todo o litoral do estado do Rio. A secretaria disse que técnicos já estão atuando em Angra dos Reis e em Saquarema, com barricadas de pedras para evitar a erosão. Ainda de acordo a secretaria, blitzes são feitas em todo o litoral do estado para evitar a retirada ilegal de areia.
Futuro sem praias? =O
Observar notícias de 'longe' ainda não nos constrange tanto.
Mas e o lixo pelo menos, tem parado de jogar no chão? Tem dado o exemplo e comunicado seus amigos sobre ele está destruindo o próprio ambiente? O que tem feito para ajudar a melhorar, ou tem sido iguais aos que destroem?
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